Você sabe quem é Ki-ko? 

Você agora sabe quem é Ki-ko?

Era uma vez uma garota chamada Ki-ko.

Ela morava em Kobe, cidade do Japão com um grande porto, como a cidade de Santos, em São Paulo. 

Ki-ko adorava futebol e sempre jogava com suas amigas.

Certo dia, soube pela TV que havia muitos japoneses vivendo fora do Japão, num país desconhecido por ela, chamado Brasil. Lá, realizavam festivais e cantavam músicas japonesas. Apesar dos traços físicos semelhantes, não entendia o que eles falavam.  Por que?

Sua mamãe explicou:

– “Há muito tempo, alguns japoneses foram para o Brasil, longe do porto de Kobe. Eles foram trabalhar.”

Quando Ki-ko tinha 13 anos, sua amiga mudou-se para o Brasil com seus pais. Nesse novo país, ela não ia à escola e trabalhava em uma fazenda de café. Alguns anos depois, essa amiga mandou café para ela experimentar. Era a primeira vez que Ki-ko bebia essa bebida preta e quente.

Com o tempo, suas dúvidas foram sendo respondidas: “Os japoneses que estão no Brasil falam português, a língua própria do país e realizam festivais e cantam músicas japonesas para não esquecer de suas raízes, de onde vieram.”

Mas outras curiosidades foram surgindo:

-“Que tipo de país é o Brasil? Onde é que ele está? “

-“Quando eu crescer, quero conhecer os japoneses que vivem no Brasil. Quero saber como eles vivem… “

Assim Ki-ko começou a sonhar em ir para o Brasil.

30 anos depois …

Ki-ko tornou-se professora do ensino fundamental.

Em 2016, ao ver as Olimpíadas do Rio pela TV, lembrou-se de seu sonho de infância.

“O que os japoneses daquela época estão fazendo agora?” Será que ainda há japoneses no Brasil? Quero ensinar sobre o Japão a brasileiros e japoneses que vivem no Brasil!”

Então Ki-ko foi para o Brasil. E em julho de 2018, chegou ao ” Colégio ECCOS “, em São José dos Campos, São Paulo, Brasil.

Você agora sabe quem é Ki-ko?

“Ki-ko era o meu apelido quando criança.

Faz um ano e oito meses desde que cheguei aqui.

No começo, não sabia falar nada em português e vocês foram muito gentis comigo.

No ano passado, aprendemos juntos sobre a história do Japão: as lendas, as festas, os costumes…

No Japão também sou professora e gostaria muito de contar sobre vocês para os meus alunos no Japão. Vou contar a eles que as crianças brasileiras são gentis, alegres e empenhadas.

Agora, tenho que voltar para o Japão.

Nunca esquecerei os maravilhosos dias que passei aqui.

Espero que vocês queiram conhecer o meu país do mesmo modo que eu, quando criança quis saber mais sobre o Brasil e as pessoas que aqui moram.

Continuem estudando a língua japonesa.

E quando estiverem comendo comida japonesa ou quando ouvirem sobre o Japão e as Olimpíadas de Tóquio na TV, ficarei feliz se vocês se lembrarem de mim.”

Com carinho,

                                                                               Sensei Miki Nakaharada

A tecnologia a favor da aprendizagem

A tecnologia a favor da aprendizagem

Você sabe por que a tecnologia é importante para o seu filho?

Será que há limites para seu uso?

Essas são perguntas importantes a se fazer, pois com a infinidade de aplicativos, jogos digitais, plataformas e outros tipos de tecnologia disponíveis no mercado, como escolher a mais adequada e em que momento oferecer às crianças?

Como usar a tecnologia a favor da aprendizagem?

No Colégio ECCOS, a parceria com a Eduqo tem revolucionado o processo de ensino e aprendizagem tendo como instrumento a tecnologia.

A Eduqo é uma plataforma de personalização de ensino que ajuda a escola a identificar as principais habilidades do estudante: em quais ele se destaca e em quais precisa de apoio. Através de cadernos digitais interativos e com materiais atuais, os estudantes são motivados a desenvolver hábitos de estudo e a aprender de modo autônomo, revisando aulas, fazendo lições, assistindo vídeos e lendo materiais complementares sugeridos pelo professor. Dessa forma aprofunda o conhecimento, gerencia seus estudos e tudo isso, a seu tempo!

Os estudantes do 6º ano estão aprendendo a usar essa ferramenta tecnológica e nós, do Colégio ECCOS e da Eduqo estamos por perto para acompanhá-los!

A Tecnologia A Favor Da Aprendizagem

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Beatriz Naitzki

Assessora Pedagógica do Eduqo

Cordel “ECCOS conta um tiquim de São João, visse” (Profª Fernanda Carolina Gualda e Claudia Maldanis)

Nessa festa junina,
a cultura tá preservada,
com sotaque e poesia,
pela arte apresentada,
traduzida em cordel,
tudo para elevar,
a riqueza e tradição,
da cultura popular.
 

Vou Contar nesse Cordel
Dá gosto de relatar
Sobre a festa junina
Que é bastante popular
Na Europa ela surgiu
De lá veio pro Brasil
Para aqui se consagrar.
 

No Nordeste brasileiro
Virou mesmo tradição
Ficando cada vez mais forte
Ganhou nova versão
E de uma festa pagã
Foi transformada em Cristã
Em louvor a São João
 
 
 
Pra animar a nossa festa,
temos a ilustre presença,
de um grupo arretado,
que vem marcando presença,
com a zabumba e o triângulo,
com a sanfona e o coração,
e o cantor Cláudio do Vale,
interpretando o São João!
 

“Sambalelê” (Berçário) 


São João, arrasta-pé:
Forró, fogueira, baião…
Xote, xaxado, quadrilha…
Foguete, bomba e baião…
Caruaru-Campina Grande:
São João bom é no sertão
 
E pra começar a festança
O B2 e B3 vai chegar,
A ciranda tá bem ensaiada,
dá gosto de ver dançar,
Todo mundo preparado,
ninguém fica de fora não:
o ECCOS conta pra gente
um tiquim do São João


“Jacaré Poiô” (Infantil 1)
 
 
Pular fogueira, dançar:
Chuva de ouro e rojão…
Sortilégio e buscapé:
É bela a celebração…
Fogos de lágrimas no céu:
Nas noitadas de São João…
 
E pra aumentar a alegria,
agora quem vai chegar,
é a turma do Infantil I,
com o tradicional cacuriá,
dança típica nordestina,
do estado no Maranhão,
cheia de alegria e energia,
e de muita animação!


 “Quadrilha” (Infantil 2 e 3)
 
E se dançando a gente brinca,
E se brincando se diverte,
A música e tudo que a envolve,
Toca na gente e a gente não esquece,
Mesmo quando o tempo passa,
Mesmo quando a gente cresce.
 
E pra animar esse arraiá,
O Infantil 2 e 3 se preparou,
Se divertiu, se entregou,
E nos ensaios caprichou,
E uma quadrilha arretada,
Essa turminha preparou.

“Ciranda de Pernambuco” (1º ANO)
 
E hoje no ECCOS é festa,
Casa cheia, animação,
E aqui nesta festança,
Diversidade não falta não,
Agora vem os primeiros anos,
Cirandando o coração,
bora ouvir logo essa dança,
Viva, viva São João!!
 
“Sebastiana” (2º ano Manhã)
 
Seja com os fogos no céu,
Com a alegria do pavilhão,
Com a fogueira no terreiro
A festa de São João
Retrata o nosso Nordeste
E toda sua tradição
 
 
E agora o côco de roda,
chega forte e animado,
esse ritmo tradicional
do nosso Nordeste arretado,
foi o Jackson do Pandeiro,
seu maior divulgador,
e agora o 2º ano manhã,
vem mostrar o que preparou.
 
 
“Forró no Escuro” (2º ano Tarde)
 
Chegou o São João,
A época que a alegria,
Se espalha na região,
No Rio Grande do Norte,
Não deu nem pro Lampião
As chuvas de bala,
Viraram lenda e tradição.
 

Pernambuco é forró,
Xaxado e Gonzagão,
E o 2º ano da tarde,
Não  fica de fora não!
Vêm trazendo um tiquim,
Desse ritmo vexado,
Com o Forró no Escuro,
Ninguém vai ficar parado.
 
“Mulher Rendeira” (3º ano Manhã)
 
O Nordeste brasileiro
Pela seca, castigado
Não se dobra às intempéries
Nem se sente injustiçado
Ao contrário, mantém viva
A riqueza que cultiva
Nos anais de cada estado
 
Neste pedaço de chão
A alegria predomina
Nos festejos populares
Que a tradição ensina
A deixar a chama acesa
Irradiando a beleza
Da cultura nordestina
 
Tem forró  e tem baião,
Tem ciranda no São João,
Tem quadrilha e cacuriá,
côco de roda não dá pra faltá,
E o terceiro ano manhã,
Com um xaxado de primeira,
Eita música arretada,
Solta aí Mulher Rendeira!
 
 
“Cordel encenado e Boi-Bumbá” (3º ano Tarde)
 
Boi da orquestra e de Ilha,
Boi da Baixada e  Zabumba,
Boi de Costa e de Mão,
Bumba meu boi é tradição!
Mais uma jóia do Sertão!
Brincadeira junina,
Da cultura Nordestina.
 
 Eita brincadeira da peste,
Nascida lá no Maranhão,
todo mundo se diverte,
ela é pura tradição,
E pra cordelar e dançar,
Chamo aqui o 3º ano tarde,
Bora logo começar
 
“Isso aqui está bom demais” (4º ano Manhã)
 
Hoje acordei saudoso
Do nobre Rei do Baião
Que tanto alegrou o povo
Da cidade e do Sertão
Luiz Gonzaga é o seu nome
E o apelido é Gonzagão
 
Gonzagão nobre poeta
Da cultura popular
No Brasil de Norte a Sul
Fez sua estrela brilhar
Cantando Xote e Baião
Fez a sanfona falar
 
E pra próxima atração,
vem ai  um bom baião,
que tanto traz alegria,
pro povo lá do sertão,
com o quarto ano manhã,
alegria não vai faltar,
tem triângulo, tem zabumba
e a sanfona pra chorar.


 “Olha pro céu” (4º ano Tarde)
 
São João em minha infância
não tinha eletricidade
a luz era à luz da lua,
tinha “estrelicidade”
do São João de eu menino,
lembro e morro de saudade…
 
Essa festa tá marcada,
pela grande animação,
tem ritmo pra todo lado,
tem muita tradição
E neste espaço arretado
o quarto ano tarde
vem trazendo o baião
com a benção de Gonzagão
 
“Quadrilha” (5º ano)
 
Vista a camisa xadrez
Se puder vista um gibão
Escute um bom pé de serra
O forró de Gonzagão
Curtam os bacamarteiros
Escutem os violeiros
Viva a noite de São João!
 
 
A quadrilha é uma festa
Dançada no São João
Todo o povo é feliz
Arrastando o pé no chão
Durante o dia inteiro
Dentro e fora do salão
 
anarriê, anarriê,
vai começar o balancê
brincadeira começando
A grande roda vai girando
e o super quinto vai chegando
 
“Quadrilhão Maluco” (Fundamental 2)
 
São João do Nordeste é assim,
Cada canto uma tradição,
Alegria e forró no pé,
Desejando um Feliz São João
 
E encerrando esta festa animada
Vamos todos aplaudir.
A quadrilha maluca do Fund. 2
Que veio pra divertir!
 
 
 

Festa Junina 2019

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